A troca de olhares era intensa. Á nossa frente o fogo dançava, as cantorias acústicas entoavam no ar. Finalmente percorri o espaço que me distanciava dela. Ao chegar olhei-lhe nos olhos e silenciosamente pedi autorização para me sentar. Acedeu da mesma forma. Desci o meu corpo e sentei-me, coloquei a manta que lhe tapava as pernas por cima das minhas e encostei-me. Pousei a minha mão direita na sua perna. Suavemente acariciei-lhe a pele nua que a saia permitia. Lentamente fui-me aventurando e a minha mão sentiu o calor proveniente do interior das suas coxas. Toquei ao de leve e senti-a suster a respiração. Olhámo-nos nos olhos e ela não me impediu de continuar. Então, durante alguns minutos, com a ponta do dedo acariciei o tecido húmido diante a minha mão. A mão dela veio para o meu colo e começou a acariciar-me o sexo erecto, alguns minutos depois abriu-me a braguilha e por cima dos boxers continuou a estimulação. Não aguentei mais e puxei o tecido para o lado, retirando-o do meu caminho. Ela abriu ligeiramente as pernas e o caminho estava agora aberto para carícias mais profundas. E foi o que fiz. Enquanto lhe beijava o pescoço afastei-lhe suavemente os lábios e introduzi o meu dedo no seu âmago. Desta vez não só susteve a respiração como lutou para não gemer. Afinal não estávamos sós. Sussurrei-lhe ao ouvido "vens?". Nem me respondeu, colocou a manta ao lado e levantou-se. Hesitantemente pus-me em pé mas a elevação nas minhas calças era evidente, então apressei-me a recompor-me. Ajeitei a camisola por cima das calças e consegui um disfarce provisório. Olhei-a nos olhos e fiz-lhe sinal para a floresta a nossa direita. Sorrateiramente deslocámo-nos e entrámos nas sombras da floresta.
Encostei-a a uma árvore e o ambiente aqueceu rapidamente. A minha mão entrou na sua camisola, levantando-a, pondo os seus seios a descoberto. Desci os meus lábios até eles e lambi-lhe os mamilos, agora hirtos. A sua cabeça pendeu e os gemidos tornaram-se audíveis. Abri-lhe as pernas com as minhas e forcei o meu corpo contra o dela. Desci as minhas mãos até a sua cintura, levantei a saia e baixei-lhe as cuecas. Abri a braguilha e penetrei-a. Agora que me recebera comecei a movimentar-me dentro dela.
Começou a gemer alto quando os movimentos ficaram acelerados. Levantei-lhe a camisola e puxei o soutien para cima, para ter acesso aos seus seios. Apertei um com a mão esquerda enquanto a direita se mantinha na sua anca, puxando-a para mim.
Sai de dentro dela e com um movimento brusco virei-a de costas, coloquei-lhe a mão nas costas, obrigando-a a inclinar-se para a frente e voltei a penetrá-la, desta vez por trás.
Apertei-lhe as nádegas quando a penetrei profundamente, a sua cabeça pendeu, as costas arquearam e os gemidos fizeram-se ouvir. Agarrei-lhe nos cabelos e movimentei-me rápida e profundamente. Com a mão aberta bati-lhe na nádega, ela voltou a gemer, gostava de sexo á bruta! Foi o que fiz! Apertei-lhe os seios, agora pendidos e ondulantes com a força e velocidade dos movimentos.
Rapidamente atingiu o orgasmo, todo o seu corpo se arrepiou, as pernas perderam a força, senti os espasmos musculares na vagina a apertarem-me o pénis, gemi e mordi-lhe o braço. Continuei com os movimentos, ainda não me satisfizera.
- Sai!- Disse ela com dores - Estás a magoar-me!
Ela tinha-se virado e não assentia em que eu continuasse a penetração, então decidi outra abordagem.
Coloquei-lhe a mão no cimo da cabeça e fi-la descer até ficar com a cara na direcção do meu sexo duro.
- Ainda não acabei - disse colocando-lho na boca, recomeçando os movimentos.
A língua quente e húmida em contacto com a cabeça desprotegida do meu pénis faziam a combinação orgásmica necessária. Minutos depois o orgasmo invadia o meu corpo, os espasmos eram seguidos e fortes, vim-me na sua boca. Com os olhos fixos nos meus engoliu o que expeli.
Da maneira como tudo começou acabou, voltámos para o meio do grupo e sentamo-nos novamente de baixo da manta, em frente á fogueira.
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